Bianca Turner (São Paulo, 1984) é artista multimídia, bacharel em 'Design e Prática de Performance' na Central Saint Martins College of Art & Design (2011, Londres, Reino Unido) e Master of Arts em "Cenografia" pela Royal Central School of Speech and Drama (2013, Londres, Reino Unido).


Participou de exposições coletivas com instalações e ações multimídia, em Londres onde residiu de 2007 até 2013, e em São Paulo, (Mostra Verbo 2018 na Galeria Vermelho, Transitória Galeria, Galeria Ponder 70, Instituto Tomie Ohtake, Itaú Cultural, Red Bull Station, Teatro Municipal, Galeria digital do SESI, DAHAUS, Galeria Airez, entre outros).

 

Em Nova Iorque na residência artistica 'Arts Letters and Numbers', em Leipzig na residência Pilotenkueche, em Londrina no Arte 5 Londrina, na Galeria Airez em Curitiba como parte da Bienal de Curitiba em 2017.


Também atua como diretora de arte e vídeo projeção no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, grupo de teatro hiphop, em em outros grupos de Teatro, e é integrante-diretora do Manifesto Impromptu, coletivo que pesquisa linguagens cinema-performáticas.


Participa do grupo de estudos em arte e tecnologia MOLA desde 2014, conduzido por Lucas Bambozzi e Fernando Velazquez.


Bianca também desenvolve vídeo projeções em ações e sets, como no AVAV [audiovisual ao vivo], e acompanhando músicos como Luiza Lian em seu álbum visual 'Oyá Tempo', e Sandra-X em 'p e r e g r i n a'.


Sua pesquisa é sobre a subjetividade da memória. Explora a documentação do efêmero, o imaterial de um objeto ou um lugar; o invisível, o subjetivo e o indizível.